HISTÓRIA DA INTERNET

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1 – HISTORICIDADE DA INTERNET

Pretende-se nesse capitulo discorrer sobre a história da Internet, visando informar basicamente os caminhos para que se chega-se a Internet de hoje, passando por uma história geral da internet no mundo e posteriormente focando na internet no Brasil.

1.1 – História da Internet no mundo

É indispensável o estudo da história da internet para obter o conhecimento e o do porque da elaboração de normas para sanar conflitos entre os usuários, provedores e conteúdos, e para tal devemos explanar brevemente sobre a história da comunicação a partir da primeira transmissão elétrica, de como foi feito a elaboração da rede de computadores bem como o primeiro computador. È de fato um estudo a fim de entender como surgiu, o que se tornou nos dias e hoje.

1.1.1 – Surgimento do Telégrafo

Antes de 1843, a comunicação era realizada, como principal meio, por documentos em papel, por ser um meio físico de contato, demorava-se dias, meses e até anos para que uma carta, notícia ou qualquer informação chega-se a seu destinatário.

E nesse ponto surgiu a necessidade de se criar um meio de comunicação mais rápido, para levar informações a destinatários que são de difíceis acesso. Para que se fosse possível essa comunicação, foi estudados vários códigos de transmissão, mas ficou como mais usado e principal o código Morse. Essa comunicação era feita por ondas de rádio e por fios elétricos.

A primeira mensagem foi transmitida em 1844, entre as cidades de Baltimore e Washington, tornando a comunicação muito mais rápida, mas ainda apresentava falhas, mesmo assim, para a época era um grande avanço e conectava diferentes regiões.

telégrafo era formado por um aparelho emissor e um outrorecetor e permitia comunicar através de uma única tecla que, quando premida, fechava um circuito elétrico emitindoum sinal marcado numa tira e papel, um sinal sonoro ou luminoso.[1]

O Telégrafo foi muito usado por indústrias, governos e até mesmo pelas forças armadas de diversos países em momento de guerra.

1.1.2 – Sistema Binário

É um sistema de numeração posicional em que todas as quantias de representam com base em dois números. Toda a eletrônica digital e computação está baseada nesse sistema binário, que permite representar os circuitos eletrônicos digitais.

O sistema numérico binário moderno foi documentado de forma mais completa por Gottfried Leibniz, onde utilizou 0 e 1, o mesmo que o sistema numérico dos dias atuais.

Em 1854, George Boole, publicou um artigo detalhando um sistema lógico que se tornou essencial para o desenvolvimento do sistema binário para a aplicação em circuitos eletrônicos.

1.1.3 – Primeiro computador digital eletrônico

Foi criado em 1946, nos Estados Unidos da América, o ENIAC (Electrical Numerical Integrator and Computer), uma grande maquina, que pesava mais de 30 toneladas e ocupava 180m² e ainda tinha pouco armazenamento de dados.

Foi construído principalmente para computar trajetórias táticas que exigisse um maior conhecimento matemático, no caso, cálculos balísticos, mas somente se tornou funcional após o término da guerra. Ele tinha capacidade de processar 5.000 operações por segundo, com mais de 17 mil válvulas termiônicas de 160 kW de potência, o sistema operacional era através de cartões perfurados e o seu custo da máquina foi de quinhentos mil dólares.

Foi uma revolução muito grande, mesmo ainda necessitando de uma grande equipe para que a máquina funciona-se adequadamente, conseguia-se fazer em média 30 segundos um cálculo balístico que demorarias quase 12 horas, caso fosse feito manualmente.

1.1.4 – Criação da ARPA e a melhoria na conexão

Muitos estudos estavam sendo realizados para melhorar a comunicação dos computadores, os pesquisadores Vinton Cerf e Robert Kahn, iniciaram o desenvolvimento de um sistema que consiste em repassar dados através da quebra da mensagem em vários blocos, possibilitando o envio de informações a vários destinatários e a melhor velocidade da conexão.

Uma das principais ideias para tornar a rede daquela atualidade em um sistema que concentraria todos os computadores do planeta em uma única forma de compartilhamento, era a “rede galáctica”, teoria difundida por J.C.R.Licklider.

Em meados de 1960, surgiu uma faísca do que seria a Internet de hoje. Na época, com o ápice da Guerra Fria, e com o medo sendo sua principal arma, fez com que os EUA, para proteger a comunicação e toda a pesquisa em relação a internet, de uma possível guerra territorial, que poderia prejudicar a pesquisa e restringindo a comunicação militar, abriu-se a ARPA (Advanced Research Project Agency), um órgão científico e militar criado em 1957 para cuidar dos avanços tecnológico, buscando assim uma melhor comunicação militar através de computadores, para o uso em uma guerra.

Em 1969 foi inaugurada a primeira versão da rede, a Arpanet (de Advanced Research Projects Agency Ntwork, ou Rede da Agência de Projetos de Pesquisa Avançada)[2]

Foi a partir do estudo do de Licklider, que se desenvolveu a ARPANET, sendo essa, uma rede de armazenamento de dados que inicialmente conectou algumas universidades e centros de pesquisas. Desse modo, tudo ficaria armazenado virtualmente, sem sofrer o risco de ter danos matérias a documentos e pesquisas, a invasão territorial não ocorreu mas isso não fez com que os estudos para se desenvolver a rede de computador para-se, onde até 1970 foi criado a base da rede e até 1980 foi criado os conceitos básicos da rede.

1.1.5 – Vírus, Email E SPAM

No ano de 1971, Bob Thomas criou o primeiro vírus, chamado de The Creeper, para deixar uma mensagem na maquina da vitima, “I`m the creeper, catch me if you can!, que na tradução livre é”eu sou assustador, pegue-me se for capaz!”, na época a ideia de vírus era de quebrar a segurança do sistema e invadir a maquina, para se consagrar como programador.

O lixo eletrônico, em forma de e-mails em massa ou de conteúdo duvidoso, foi usado pela primeira em 1979, a empresa Digital Equipment Corporation encaminhou para mais de 390 funcionários da ARPA um email com propaganda de lançamento de um produto.

A Aplicação que acelerou a adoção da Arpanet no meio acadêmico e centros de pesquisa foi a troca de mensagens. Os primeiros programas de correio eletrônico, de 1972, já usavam o sinal”@”nos endereços, convenção mantida até hoje. Os cientistas, professores e estudantes começaram a usar a Arpanet mais para se comunicar, trocar informações e fofocas do que para compartilhar recursos dos computadores, como era sua finalidade inicial. Era o primeiro indício de que a rede começava a tomar vida própria, que nada tinha a ver com a concepção original de seus criadores.[3]

Em meados da década de 70, o email já se tornava muito utilizado pelos usuários por ser uma maneira rápida de enviar e receber cartas, mesmo que essa carta seja virtual, os programas de mensagem instantânea, como o IRC, (1993), ICQ (1996), MSN (1999), Yahoo entre outros, nessa época, não tinham sido desenvolvidos.

1.1.6 – TCP/IP (Transmission Control Protocol – Internet Protocol)

Em 1983 foi estabelecido o TCP/IP (Transmission Control Protocol/Internet Protocol), até hoje o protocolo de comunicação usado pelos computadores conectados à Internet.[4]

Esse protocolo é tido como se fosse a linguagem falada pelos computadores, tornando a troca de informações entre cada maquina possível.

o IP é o responsável pelo endereçamento dos pacotes de dados para os demais protocolos. Já o TCP garante a continuidade do fluxo de informação, cuidando para que o processo ocorra sem problemas.[5]

1.1.7 – World Wide Web

World Wide Web, o popular” www “, é um projeto de hipertextos que revolucionou o uso da internet, ele proporciona que o usuário possa acessar diversos recursos, que somente com um conhecimento mais aprofundado poderiam ser utilizados com facilidade.

O WWW nasceu no ano de 1989 no Laboratório Europeu de Física de altas energias, com sede em Genébra, sob o comando de T. Berners-Lee e R. Cailliau. É composto por hipertextos, ou seja, documentos cujo texto, imagem e sons são evidenciados de forma particular e podem ser relacionados com outros documentos. Com um clique do mouse o usuário pode ter acesso aos mais variados serviços, sem necessidade de conhecer inúmeros protocolos de acesso.[6]

Foi através do desenvolvimento do World Wide Web que se pode desenvolver o rápido acesso a conteúdos através do hipertexto , onde com um clique do mouse, em uma palavra ou imagem a pessoa pode acessar uma informação, que sem esse recurso teria que saber ou procurar a página.

1.1.8 – Browser

Em 1994 lançou o Beta do Mosaic Netscape, posteriormente chamado de Netscape Navigator, em 1995 a Microsoft lançou o Internet Explorer, que por ser gratuito ganhou mais mercado que o seu concorrente. Um ano depois do lançamento do Netscape lança o IE (Internet Explorer), nesse ponto começa uma guerra entre duas empresas, onde essas duas lançavam novas versões com o intuito de conquistar mais usuários.

A Microsoft lançou o Windows 98, que integrou o navegador Internet Explorer ao sistema operacional. Tinha uma interface relativamente fácil de usar e surgiu uma grande quantidade de programas que garantiram a manutenção e o crescimento da popularidade do sistema.[7]

A disputa entre as empresas de tecnologia, para disponibilizar aos usuários novos programas, sistemas, jogos, utilitários e aparelhos, foi um grande impulsor para que se chega-se no que temos hoje.

1.2 – História da Internet no Brasil

Somente a partir de 1988 que o Brasil conseguiu fazer o primeiro contato, utilizando-se da tecnologia da rede, que até então somente alguns Países do hemisfério norte tinha. Posteriormente o Brasil através de iniciativas públicas e privadas foi desenvolvendo sua infraestrutura para tornar possível o que temos de internet hoje em dia.

1.2.1 – Primeiro acesso a rede

Os primeiros acessos a internet no Brasil foi no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC) no Rio de Janeiro, um mês depois a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) conectou-se, por meio do correio eletrônico, ao Fermilab.

A FAPESP (Fundações de Pesquisa do Estado de São Paulo) e o LNCC conectaram-se a instituições nos EUA. Após conseguirem acesso a redes internacionais, essas instituições incentivaram outras entidades do País a usar as redes. As entidades conectavam-se utilizando recursos próprios e pagando à EMBRATEL as tarifas normais pela utilização de circuitos de comunicação de dados. O critério utilizado para selecionar onde se conectar, normalmente foi em função da distância. Esse modelo funcionou por algum tempo e mostrou a necessidade de um projeto adequado para a formação de um Backbone nacional (para conectar os centros provedores de serviços especiais à redes regionais que, por sua vez, também deviam ser fomentadas)[8]

Em 1989 foi criada a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), destinada a construir uma infraestrutura para ligar as universidades brasileiras, que posteriormente organizou o acesso por meio de Backbone, e passou a a operar os” nós “da rede no Brasil. No mesmo ano a IANA designou o domínio” .br “ao Brasil, assim os brasileiros poderiam criar sites, ou sítios, com essa terminação.

1.2.2 – Acesso a rede NSFNET

O Brasil em 1990, juntamente com Argentina, Austrália, Bélgica, Chile, Grécia , Índia, Irlanda, Coréia do Sul, Espanha e a Suíça, conectaram-se a NSFNET, que era um Backbone, ou seja, uma rede principal de trafego de dados.

Quando você envia um email ou uma mensagem pelo MSN, as informações saem do seu computador, passando pela rede local para depois “desaguar” no backbone. Assim que o destino da mensagem é encontrado, a rede local recebe os dados para então repassar para o computador correto.

Para entender melhor o conceito, pense no backbone como uma grande estrada, que possui diversas entradas e saídas para outras cidades (redes menores). Nesta estrada, trafegam todos os dados enviados na Internet, que procuram pela cidade certa a fim de entregar a mensagem.[9]

Sem os Backbone, a velocidade de envio e chegada de informações seria muito menor, isso se em alguns casos até impossível, devido a distancia de cada rede. O Backbone serve como ligamentos de varias redes sendo assim, redes de rápidas de transportes de informações.

1.2.3 – Reserva de mercado

Em 1992 acaba a reserva de mercado, que foi uma tentativa do Congresso Nacional para promover o desenvolvimento tecnológico e informático, através da Lei 7.232, a famosa PIN (Política Nacional de Informática), essa lei, que tinha durabilidade de 8 anos, impedia a entrada de empresas estrangeira de tecnologia no País, buscando assim incentivar empresas brasileiras desse ramo, visto que não teriam concorrência com empresas já desenvolvidas vindas de outros países. A reserva de Mercado foi tida como uma das principais causas do atraso tecnológico das empresas brasileiras.

A PNI promovia a reserva do mercado interno de componentes de informática e eletrônicos do modo mais simples e grosseiro possível: pela restrição da importação de” tecnologia estrangeira “de modo a propiciar o desenvolvimento nacional de TI. Inicialmente a sua vigência seria de 8 anos a partir da data da promulgação (portanto deveria valer até outubro de 1992) e após tal período as empresas nacionais teoricamente estariam em pé de igualdade com as estrangeiras. Porém o seu final foi antecipado em um ano e, em outubro de 1991, o então presidente Fernando Collor sancionou a Lei Federal nº 8.248/91 que modificava a Política Nacional de Informática por alterar o conceito de empresa nacional, o que na prática colocava um ponto final na Reserva de Mercado.[10]

Por causa da dessa reserva de mercado os brasileiros não poderiam comprar tecnologia estrangeira, visto que era uma forma de obrigar e promover o desenvolvimento de empresas. Na realidade as empresas brasileiras mais plagiavam as tecnologias já existentes no exterior e superfaturavam em cima disso, sendo que os valores de um computador no Brasil era realmente absurdo, perto do que era no exterior.

Vendia-se tecnologia ultrapassada, copiada, ou plagiada, de empresas do exterior a altos valores no território brasileiro, isso fez com que muitas ações e atitudes a respeito de direitos autorais, de empresas e países que eram prejudicados, o que causou por pressão e sanções por parte dos Estados Unidos da América em cima do governo brasileiro até que em 29 de outubro de 1992, pela Lei 8.248 de 199, foi revogada a reserva de mercado.

1.2.4 – Alternex

Em 1992, o Alternex foi um dos primeiros provedores de acesso a pessoas físicas, que não sejam somente a universidades, centros de pesquisas ou ONGs no país, isso fez com que se começa-se o estudo da possível venda do acesso a rede, internet.

” Durante alguns anos, o Alternex foi a única opção de acesso à Internet fora das universidades e institutos de pesquisas – o que muito incomodou a Telebrás que chegou a pedir o fechamento do serviço em 1997 “[11]

Com a ECO-92, o Alternex teve um imenso crescimento, visto que na ocasião foi importado diversos equipamentos para o Brasil e se instalou uma rede de computadores, usados por pesquisadores, ONGs e participantes para acompanhar as negociações.

1.2.5 – Internet comercial brasileira

Com a criação do primeiro email gratuito, oferecido a qualquer pessoa no Brasil pela BBS Canal VIP, que também foi o primeiro domínio e IP liberado no Brasil, em 1993, a Internet foi desenvolvendo para um ambiente não mais só acadêmico, mas mais focado nas pessoas e seus interesses pessoais.

Vários BBS brasileiros já começavam a oferecer correio eletrônico na Internet e redes de e-mail, como a FidoNet. Em julho de 1994, a Folha de S. Paulo pública uma reportagem especial no caderno” Mais! “sobre a Internet. É ainda nesse ano que alguns estudantes e pesquisadores brasileiros começam a fazer páginas pessoais na Web. No fim de 1994, o Jornal do Brasil pública uma lista de algumas dezenas de sites brasileiros.[12]

No final de 1994 a Embratel tinha a pretensão de ter o monopólio da Internet brasileira, e em dezembro do mesmo ano já testava sua estrutura para vender acesso a rede. Por decisão do Ministério das Comunicações, a Embratel não pode ter o controle comercial da internet, abrindo margem a mais provedores e empresas do ramo para dividir esse promissor comercio.

No fim de 1995 já haviam surgido mais de 20 provedores comerciais no Brasil; o número estimado de usuário era de 120mil pessoas.[13]

O ano de 1995 foi marcado como o surgimento da Internet comercial no Brasil, onde nesse ano usuários fora de universidades puderam ter acesso a Internet; foi lançado o primeiro jornal brasileiro na Internet, o Jornal do Brasil; Nasceu o CGI.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil), responsável por distribuir números de IPs e de registrar os domínios nacionais.

Com o desenvolvimento da infraestrutura da internet no Brasil, proporcionando o acesso mais rápido, e o aumento espantoso de usuários e sites brasileiros, fez com que o Brasil ganha-se atenção de empresas no exterior, e assim, mais investimentos em empresas focadas em investir em empresas virtuais.

Ainda em 2000, cerca de 10% dos investimentos estrangeiros diretos no Brasil no setor de serviços estavam sendo direcionados para as empresas ligadas à Internet. Isso representou US$ 471 milhões nos primeiros quatro meses do ano, praticamente só US$ 100 milhões a menos do que o que foi aplicado em instituições financeiras. Os provedores de acesso à Internet no Brasil estavam entre os segmentos que atraíram mais capital externo para o país naquele momento.[14]

Com as políticas visando a inclusão digital, facilitando a compra de computadores, sites sendo criados por órgãos governamentais afim de facilitar o acesso a informação e o de informar, e sendo um dos pioneiro nessa função, a entrega do imposto de renda e a divulgação em tempo real os resultados das eleições, pelo Tribunal Superior Eleitoral, em 1997. Essa evolução tecnológica fez com que os brasileiros usa-se mais a Internet, em busca de facilidade e o conforto.

Do ano 2000 até os dias de hoje muito se desenvolveu no mundo digital, a IG (Internet Group) em 2001 lançou o primeiro dos provedores de acesso gratuitos a internet no Brasil, isso fez com que se aumenta-se muito a quantidade de usuários da rede. A conexão a Internet no Brasil, por cabo, ainda era muito lenta, e isso fez com que muitas empresas focasse na rede de banda larga em alta velocidade.

O governo vendo as grandes possibilidades, que a Internet poderia trazer, implementou com o”Computador para Todos”, visando possibilitar a maioria dos brasileiros a compra do seu computador pessoal, tudo estava impulsionando o desenvolvimento da rede no Brasil, tanto pelo Governo, Empresas e pelos próprios usuários, que freneticamente postavam informações na rede. Em 2012 mais de 45% da população brasileira já possuía acesso a Internet, em 2013 mais de 50% já era usuário da internet para variados fins.

Segundo a pesquisa existiriam 85,9 milhões de usuários de Internet no Brasil em 2013.[15]

📍 Avenida Brasil, nº 3801, Sala 01, no Centro de Balneário Camboriú/SC.

☎️ (47) 3514-9456.


[1] Disponível em: <http://www.infopedia.pt/$telegrafo>; Acesso em: 01 de agosto de 2014.

[2] ERCILIA, Maria; GRAEFF, Antonio. A Internet. 2. ed. São Paulo: Editora: Publifolha, 2008. p. 13.

[3] ERCILIA, Maria; GRAEFF, Antonio. A Internet. 2. ed. São Paulo: Editora: Publifolha, 2008. p. 14.

[4] ERCILIA, Maria; GRAEFF, Antonio. A Internet. 2. ed. São Paulo: Editora: Publifolha, 2008. p. 13.

[5] Disponível em: <http://www.tecmundo.com.br/infografico/9847ahistoria-da-internet-pre-decada-de-60-ate-anos-80-info…> Acesso em: 01 de agosto de 2014.

[6] PAESANI, Liliana Minardi. Direito e Internet. 6. ed. São Paulo: Editora: Atlas S.A., 2013. p. 11.

[7] Disponível em: <http://www.ufpa.br/dicas/net1/int-h199.htm>; Acesso em: 26 de agosto de 2014.

[8] Disponível em: <http://homepages.dcc.ufmg.br/~mlbc/cursos/internet/historia/Brasil.html>; Acesso em: 26 de agosto de 2014.

[9] Disponível em: <http://www.tecmundo.com.br/conexao/1713oqueebackbone-.htm>; Acesso em: 26 de agosto de 2014.

[10] Disponível em: <http://www.michaelrigo.com/2014/05/vivendo-na-epoca-da-reserva-de-mercado.html>; Acesso em: 28 de agosto de 2014.

[11] ERCILIA, Maria; GRAEFF, Antonio. A Internet. 2. ed. São Paulo: Editora: Publifolha, 2008. p. 47.

[12] ERCILIA, Maria; GRAEFF, Antonio. A Internet. 2. ed. São Paulo: Editora: Publifolha, 2008. p. 48.

[13] Idem.

[14] Ibidem, p. 50.

[15] Disponível em: <http://www.teleco.com.br/internet_usu.asp>; Acesso em: 05 de setembro de 2014.